Arquivo para novembro, 2009

rufus wainwright

Posted in arte, eles, letra & música with tags on 27/11/2009 by Homofobia Já Era

 

 

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stonewall, o filme

Posted in filme with tags on 27/11/2009 by Homofobia Já Era















saibamais

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luizo vega

Posted in arte, fotografia, homoerotismo with tags , on 25/11/2009 by Homofobia Já Era

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Thumbnail via WebSnapr: http://www.luizovega.net/Revolushion/

jay brannan

Posted in letra & música with tags on 25/11/2009 by gabicallari

Uma música simples que mexe com os tabus de nós todos.

Lembro quando mostrei este vídeo a alguns amigos homossexuais, houveram muitas reações de asco com a letra.

E questionei:  “por que ele não pode querer ser uma dona de casa?”

A seguir, ele em Porto Alegre (Brasil),  cantando em português:

Mais sobre este cantor e ator

(quem não assistiu o polêmico Shortbus?) em suas páginas:

Myspace :
http://www.myspace.com/jaybrannan

Homepage :
http://www.jaybrannan.com

Youtube:
http://www.youtube.com/jaybrannan

Blogspot:
http://www.jaybrannan.blogspot.com

odyssey#25

Posted in comportamento, mídia, revistas with tags , on 25/11/2009 by Homofobia Já Era
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bom crioulo

Posted in literatura, livros with tags , , on 25/11/2009 by Homofobia Já Era

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brasil, país de alegria e hipocrisia

Posted in conhecimento, direitos GLBTT, vídeos with tags , on 25/11/2009 by Homofobia Já Era

Rafael Mattos, videomaker carioca criador do curta  “Versões” , já publicado no Blog,  produziu esse novo material sob o impacto e a indignação do episódio recente da proibição da Parada Gay em Duque de Caxias (RJ).

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emoções sintéticas & coisas reais

Posted in comportamento, cotidiano, opinião on 24/11/2009 by Me

Que horas você chega?
– Às nove, como combinado.
– Não pode chegar mais cedo?
– Vou tentar, ainda preciso cortar o cabelo, ir para casa, tomar banho, trocar de roupa.
– Tenta vir depressa…

Quinta-feira, 22 de Outubro de 2009. Uma data especial, era seu aniversário. Fui para casa o mais rápido possível, tomei banho, troquei de roupa, preparei a mochila (que me acompanha todos os dias da semana) e fui para casa dele. Cheguei vinte minutos mais cedo.

A comemoração seria simples, um jantar para nós dois preparado por ele (eu adoro que ele cozinhe para mim). Chegando lá, lhe dei o presente que havia comprado no dia anterior, um livro de decoração intitulado Minimal Style. Mas ele propôs uma mudança de planos.

Hoje é meu aniversário, acho que mereço não ficar com a mãos cheirando alho e cebola.

Assenti e saímos para comer um lanche. No caminho, percebi que me esqueci da câmera fotográfica e eu não saio sem ela. Fizemos o retorno e voltamos. Aguardei no carro. Ele desceu com a minha mochila ao invés de pegar apenas a câmera.

Estávamos comendo. Alguns cliques depois, folheamos o livro que eu lhe dera. Observávamos os conceitos de design minimalista e como aquelas idéias poderiam ser utilizadas. Em conversas anteriores, ele havia me perguntado sobre o que eu achava da decoração de seu apartamento. O livro foi a resposta.

Então, ele disse que tinha uma surpresa. Surpresa? Era seu aniversário e diferente do que se espera, ele quem faria algo inesperado. Deu algumas pistas e brinquei de tentar descobrir o que poderia ser, e apesar de ter bastante habilidade em deduzir coisas, nem desconfiei o que era.

Terminamos de comer e saímos. Ele se distraiu, errou o caminho, corrigiu, chegamos ao destino e a surpresa foi revelada: ele havia reservado uma noite em um desses hotéis de luxo nos arredores da Av. Paulista.

IMG_4198 Chegando naquele hotel de homens de negócios (como é típico daquela região), fomos atendidos com total eficiência desde a recepcionista, até o garçom que disse educadamente “com licença, senhores” ao entrar em nosso quarto para deixar o champanhe previamente reservado. E tínhamos champanhe, bolo, trufas e morangos. E apenas algumas poucas horas até que a manhã seguinte chegasse. Bebemos taças profusas de champanhe. E comemos morangos depois de degustar bolo e trufas. Por acidente, quebrei uma das taças. Recolhi os cacos e passamos a beber numa taça só. E éramos isso.

– O que você achou da surpresa?
– Gostei!

Tive receio que ele se decepcionasse com minha reação um tanto apática diante de sua expectativa em me surpreender. Não deixamos de aproveitar o que aquele playground podia nos oferecer, mas tivemos uma noite ótima porque havia grande sintonia entre nós.

IMG_4225 Na manhã seguinte, pegamos o elevador para tomar café da manhã. No quarto andar, entrou um homem de terno, falando ao celular e a conversa era sobre a escolha do novo vice-presidente da empresa. E entre aqueles homens de gravata como que numa torre de babel, pareciam um pequeno exército de pessoas sérias demais falando sobre coisas sérias demais com seus sotaques variados. Terminamos e partimos.

Na sexta-feira à noite, saí da academia e fui para sua casa. Eu não pretendia vê-lo, pois já tínhamos planejado ficar o final de semana juntos mas, depois de malhar por mais de uma hora, eu estava com fome. E ele cozinha muito bem.

Coloquei para tocar Norah Jones e depois da última faixa, The Nearness of You, pedi que ele colocasse outro disco.

Eu ainda estava sentado à mesa, quando alguns acordes atravessaram a sala de estar e chegaram até a sala de jantar. Logo nos primeiros segundos, reconheci que ele tinha colocado o disco Jazz + Bossa do Delicatessen. E os vocais melífluos de Ana Krüger começaram a entoar os versos de Angel Eyes. Eu não sabia que ele tinha este CD. E é um dos meus discos preferidos.

Então, aquela reação que eu deveria ter tido no dia anterior com a surpresa do hotel, aconteceu quando percebi que ele tinha e gostava de um disco tão especial quanto aquele.

– Você ficou mais impressionado com o CD que com a noite de ontem?, disse ele em tom de brincadeira.

Eu não sabia explicar porque, mas foi exatamente isso que aconteceu. Então disse a ele que a noite anterior por si só tinha um significado. Mas a noite anterior, acrescida da audição daquele disco, tomava um sentido maior.

Sábado. Tínhamos combinado de sair para dançar com amigos. Cheguei na sua casa, e, de cara, vi que a sala estava diferente. Havia menos objetos. E o apartamento ficou mais bonito. Tive certeza que ele gostou do livro que eu lhe dera.

E aí, era hora do ritual de escolher uma calça bacana, a melhor camiseta, um tênis confortável e uma cueca de grife para exibir o cós depois de altas horas da madrugada.

– O que você acha dessa?, ele perguntou.
– Cueca rosa? Não, isso é muito gay! Parece uma calcinha!

Eu tinha comprado para mim uma camiseta regata, dessas de jogador de basquete. Estava com vontade de experimentar um visual diferente, uma alternativa às camisetinhas curtas e justas que todo mundo gosta de usar. Ele usou uma cueca preta.

IMG_4244 Fizemos uma reunião em sua casa antes da balada, um esquenta. Recebemos amigos, tomamos caipirinha, matei a saudade de um amigo que mora em Nova York, conheci o melhor amigo dele.

A noite seguiu perfeita clube adentro e enquanto mares de homens sem camisa provavam emoções sintéticas, fazíamos parte daquilo tudo, dizendo um para o outro coisas reais.

Eu adoro te fazer feliz!, disse a ele. Eu sou só seu!, foi a vez dele. Confissões na pista de dança. E foi neste clima que a noite seguiu até o dia amanhecer.

Fomos para a área externa do clube, tomamos mais água, descansamos. Ele tirou uma ou duas fotos de mim.

– Me deixa ver!, disse.

Quando eu vi a foto que ele tirou de mim, e notei aquele visual despojado, usando uma camiseta regata larga e grande, como num passe de mágica, algumas coisas passaram a fazer sentido para mim.

Eu não precisava vestir uma camisetinha justa que ressalta meu corpo para me sentir bem e sexy. Nem ele precisava usar uma cueca AussieBum rosa, porque é gay e esta é uma marca da moda. Nós podemos muito bem, sermos autênticos e sacar o que nos faz bem de verdade, sem seguir a multidão, ainda que estejamos imersos nela.

IMG_4303 E a noite de quinta foi especial não porque ele pode gastar centenas de reais para ficar algumas poucas horas em um hotel chique, mas porque ele tem o bom gosto de apreciar coisas sofisticadas da vida, como ouvir um CD de jazz e bossa que só pessoas refinadas são capazes de desfrutar.

No domingo, fomos dormir às 9h30 da manhã, mas acordei antes das 13h com vontade de colocar algumas idéias no papel. O computador estava ao lado de uma máquina de escrever antiga. Aquele contraste de certo modo nos representava.

Achei tão poético! Vai ver eu ainda estava inebriado pelo efeito da… noite anterior que foi mágica.

tegan e sara

Posted in arte, letra & música, mídia, opinião, show, vídeos on 24/11/2009 by petitte

Primeiras impressões: Tai um talento musical que eu me recusei demais em ouvir. Primeiro porque as pessoas falavam mais sobre o fato das gemeas serem lésbicas do que  do som delas. [como fui burra…]

Tem um tempinho fui escutar, quase que obrigada por uma amiga. De inicio achei afinadinho e legalzinho..Na verdade não dei muita atenção….Afinal de contas era um rock/pop bobinho de duas semi- adolescentes…

Me despedindo da minha cegueira crônica: Depois de um booooooooooooommm tempo, mais precisamente esta semana, resolvi ouvir outras músicas. Baixei todos…TODOS os CDs delas ( são 6) é o som é muito bom. As gurias evoluíram bastante desde o primeiro álbum, buscaram outras fontes também.

Admirando: Estou passando uma fase “não-consigo-escutar-outra-coisa” e fui pesquisar mais mais sobre sobre elas (e não foi sobre a vida pessoal  que passa bem despercebida por sinal, porque o som é 100000x mais interessante). Tem gente do quilate de Dj Tiesto e White Stripes fazendo covers das musicas das gurias .

Ouçam e vejam Back in your head

Viu? Falei tanto de música …

Mas é super relevante elas serem lésbicas, né?

do começo ao fim

Posted in filme, web on 24/11/2009 by Me

O cartaz foi escolhido pelo públicoOs produtores do filme Do Começo Ao Fim ainda estavam procurando patrocinadores para o longa quando um vídeo supostamente vazou no Youtube. O cenário estava montado: o trailer mostra dois irmãos, ainda crianças que se tornam adultos bonitos e envoltos numa paixão avassaladora. Soma-se a isso a música Summer 78 (da trilha sonora de Adeus, Lenin! composta por Yann Tiersen). Em pouco tempo, o vídeo foi acessado milhares de vezes, a notícia espalhou e como num viral perfeito o filme se tornou um sucesso antes mesmo de ter data de estréia.

Tal repercussão se deve ao ineditismo do tema no cinema brasileiro: dois irmãos por parte de mãe, crescem com uma ligação muito íntima e ao tornarem-se adultos, passam a viver como um casal. Um tema polêmico. Mas o filme foi acusado de plágio, e a obra original seria o curta metragem americano Starcrossed e, de fato, há semelhanças na trama. O diretor Aluízio Abranches (Um Copo de Cólera), afirma ter iniciado o projeto um ano antes do lançamento do curta e nem sequer tinha conhecimento sobre ele.

Na última quarta-feira, 04 de Novembro, foi realizada em São Paulo uma pré estréia para imprensa, blogueiros e usuários de redes sociais. Estive lá e vou publicar a primeira resenha sobre um filme aqui no blog. A estréia vai ser dia 27/11.

POR QUE O FILME ESTÁ CAUSANDO UMA "POLÊMICA DO BEM"?

Incesto e homossexualidade são temas que, por si só costumam causar polêmica quando levados ao cinema, televisão ou qualquer veículo direcionado a grandes públicos. Neste caso o filme tem as duas coisas e além disso, é uma relação que se inicia ainda na infância e se consuma na vida adulta. Mas o diretor (que também assina o roteiro e faz uma pequena participação) na verdade, estava interessado em contar uma história de amor. E faz isso com total respeito e delicadeza. Não há uma só polêmica gratuita, nem apelo vulgar. É uma história genuína de amor que ultrapassava convenções sociais e morais. É apenas uma história de amor. E é por isso que a polêmica do bem se espalhou pela rede deixando um séquito de fãs prematuros ansiosos pela estréia.

É UM FILME GAY?

Temos como costume classificar como gay, tudo aquilo que envolve pessoas do mesmo sexo. Um romance entre homem e mulher, diferente disso, não é classificado como filme hetero. À primeira vista, o filme pode parecer direcionado ao público homossexual. E este público realmente abraçou a causa e, talvez, sejam os que mais aguardam o longa. O fato dos dois atores da fase adulta (João Gabriel Vasconcelos e Rafael Cardoso) serem (muito) bonitos desperta a atenção, é impossível ficar indiferente a isso. E é como se fosse uma isca ao espectador. Mas além disso, o filme tem outro trunfo.

PORQUE ASSISTIR

O filme é acima de tudo a história de amor que todos querem vivenciar. Um amor arrebatador e recíproco. E o fato de serem irmãos, só causa algum desconforto quando são crianças. E nesta fase infantil, tudo o que acontece entre eles é uma intimidade inocente, mas que acenava para algo maior no futuro.

Estamos acostumados a ver romances e comédias românticas; dramas. É comum nos depararmos com histórias de amor no cinema, na TV, livros, etc. Mas neste filme tem algo diferente: existe um amor incondicional, que é plenamente vivido sem tragédias. E isto é algo raro entre casais e só temos notícia dessa entrega em relações maternais. E nesse ponto, as relações entre Thomás e Francisco ganham patamares mais amplos. Um é como pai para o outro. E são amantes. E são irmãos. O que torna o envolvimento mais complexo.

Na vida real, certamente não seria tão simples. A família, os amigos, a religião, e os próprios irmãos teriam conflitos e problemas estratosféricos. Mas os personagens, seja a mãe, o pai do Francisco, o pai do Thomás, são íntegros, compreensivos, respeitam decisões e estão abertos a discussões. Simplesmente deixam tudo fluir ao curso natural da vida. E é neste ponto que o filme se desloca da realidade e passa a ser uma história quase irreal. O constante clima de harmonia, ainda que passe por momentos de tensão e incerteza, os tornam seres idealizados. Por outro lado, são pessoas comuns, com um estilo de vida como o de qualquer um. É como se houvesse ali um recado dizendo que uma história como aquela, é possível.

Tal atmosfera etérea, por vezes, passa do ponto e alguns planos em câmera lenta associados à música instrumental (sobretudo no começo do filme) transmitem uma felicidade perfeita e piegas. E ainda tem momentos que os diálogos simplesmente não tem naturalidade, como no momento em que Francisco, longe do irmão, faz "novas amizades" em uma boate.

No entanto, existe um esforço em tornar os personagens humanos: eles sentem ciúmes e sentem-se inseguros, fazem sexo, são politicamente incorretos ("Bunda de mulher deve dar bons bifes no caso de desastre na neve"). Ainda assim, em alguns momentos, parecem saídos de um comercial de TV.

roldão arruda

Posted in direitos GLBTT, imprensa, violência with tags , , , , on 24/11/2009 by J.W.Kielwagen

Palestra proferida na 1ª Semana de Diversidade de Joinville 2009

onu contra a homofobia

Posted in diversidade, vídeos with tags on 24/11/2009 by Professor Carlinhos

A ONU lançou em novembro a campanha “Igual a Você” com o objetivo de conscientizar as pessoas sobre grupos que sofrem preconceitos, como os gays, lésbicas, travestis, transexuais, prostitutas, negros e portadores do vírus HIV.

São dez filmes que serão veiculados em emissoras de TV.

Veja três deles aqui:

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